Operação tapa no Bairro Cores de Minas deve consumir 10 caminhões de massa asfáltica

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As reclamações sobre os buracos e em alguns trechos verdadeiras crateras nas ruas do Cores de Minas surtiram efeito positivo, a Prefeitura iniciou a operação tapa buracos e pelo menos a entrada principal do bairro pela BR 352 foi recuperada. Neste trecho existiam verdadeiras crateras e que inclusive chegaram a causar acidentes e danos em alguns veículos.

Ainda existem muitos buracos e em algumas ruas a prefeitura terá de fazer um recapeamento uma vez que o asfalto praticamente nem existe mais e quando chegar o período chuvoso a situação ficará ainda mais complicada e certamente neste locais aparecerão grande quantidade de buracos. O Secretário Municipal de Obras e Infraestrutura, José Cornélio, explicou o motivo da paralisação da operação tapa buracos e disse que o serviço foi mal feito e agora precisa ser refeito e o problema está sendo estudado:

“Vai gastar muito asfalto, a gente até tinha suspendido esse tapa buraco, o prefeito pediu que se fizesse, levantasse os custos para ver pra frente como é que a gente vai resolver isso, lá na realidade teve um erro de execução da base, a base é muito fraca, a base não aguenta o asfalto, você vê que o lugar onde está fazendo o tapa buraco lá nem movimento tão grande assim tem e o asfalto acabou, então a gente vai estar fazendo a operação tapa buraco sim porque a população merece, mas vamos estar discutindo com os proprietários do empreendimento uma solução definitiva”.

O recapeamento de alguns trechos de ruas no Bairro Cores de Minas precisa ser com urgência, antes do período chuvoso para evitar que os buracos apareçam. A situação é mais complicada em algumas rotatórias onde o asfalto já afundou, a terra começou aparecer e com isso quando as chuvas chegarem as crateras ficarão expostas colocando em risco a vida de condutores de veículos e até de pedestres que fazem caminhada poderão sofrer a consequência de algum acidente. De acordo com a Secretaria Municipal de Obras e Infraestrutura o recapeamento das ruas do Cores de Minas será discutido os empreendedores responsável pelo empreendimento uma vez que pelo 10 caminhões de massa asfáltica serão necessários para fazer todo serviço.

Em 2020, o lema da campanha é “Apoie o Aleitamento Materno por um Planeta Saudável”. O intuito é informar as pessoas sobre as ligações entre a amamentação e o ambiente/mudanças climáticas, fixar a amamentação como uma decisão climática inteligente e estimular ações para melhorar a saúde do planeta e das pessoas através da amamentação.

Em mais de 120 países, onde a Semana da Amamentação é realizada, ações são promovidas para levar o máximo possível de informações referentes ao tema. No Brasil não é diferente, contudo, neste ano, as mobilizações serão mais intensas na área virtual, devido a pandemia de covid-19.

Claudine Carvalho, enfermeira responsável pela maternidade do Hospital Nossa Senhora da Conceição, explica que o leite materno é tão benéfico para o recém-nascido que é considerado como uma vacina:

“A mãe produz os anticorpos de uma vida inteira e consegue passar esses anticorpos para o bebê. A gente fala que o colostro, que é o primeiro leite da amamentação, funciona como uma vacina para o bebê. Então se o bebê tem oportunidade de fazer amamentação nas primeiras horas do dia, é um neném que tem tudo para ter resistência melhor, é um bebê que será mais saudável porque é um leite adequado para o recém-nascido”. 

Claudine Carvalho destacou que a amamentação também traz benefícios para a mãe a começar pelo elo entre ela e seu filho, já que nada é mais significativo do que alimentar uma vida. Além disso, a amamentação ajuda a evitar doenças, sendo a principal o câncer de mama, disse a enfermeira:

“A mãe que amamenta tem um risco menor de ter câncer de mama. Se a mãe não der esse leite ele pode pedrar, então ela pode ter uma mastite, que é uma inflamação das glândulas. A mulher terá que procurar um médico, tomar antibiótico se tiver quadro de febre. Às vezes, ela tem até que drenar, porque começa a pedrar e esse nódulo começa a pesar e ela tem que fazer uma drenagem, disse a enfermeira”. “A gente sabe que não é fácil. Acho que a parte mais difícil é o aleitamento, mas ele não é impossível.”, completou Claudine.

O Ministério da Saúde recomenda a amamentação como forma exclusiva de alimento ao bebê até os seis meses de idade, mas isso pode se estender por mais tempo conforme explicou Claudine Carvalho:

“O Ministério da Saúde coloca: de zero à seis meses exclusivo e até dois anos (de idade). Mas tem mãe que amamenta até quatro, cinco anos. Fica a critério da mãe, desde que não atrapalhe a alimentação do bebê. Então a mãe tem que ter o acompanhamento”.  

A enfermeira da maternidade do HNSC, Claudine Carvalho destacou também alguns importantes conselhos:

“Eu até aconselho que a pessoa que queira engravidar comece a fazer as leituras, procurar saber sobre o aleitamento, porque ele tem muito do psicológico da mãe, a pessoa tem que querer amamentar. E quando ela chega na maternidade, se ela tem esse preparo fica mais fácil pra gente, porque ela já tem conhecimento teórico dos benefícios do aleitamento e de todas as dificuldades”.

Durante a Semana da Amamentação o HNSC realizará um treinamento com seus profissionais para instruí-los sobre o aleitamento materno. Para a equipe de enfermagem, a capacitação será mais técnica, já para quem atua em outras áreas, Claudine repassará um conteúdo geral para que possam estar melhor informados sobre o tema e ajudem a compartilhar as orientações para as mães.