Caso suspeito de varíola dos macacos está sendo investigado em Pará de Minas

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Segundo dados do Ministério da Saúde, até o dia 31 de julho, 1.342 casos de varíola dos macacos foram registrados no Brasil. Na sexta-feira (29), a pasta confirmou a primeira morte pela doença no País. A vítima era um homem de 41 anos. Ele estava internado em Belo Horizonte (MG) e tinha comorbidades que podem ter prejudicado o quadro clínico. O Ministério da Saúde investiga as circunstâncias da morte.
A vítima da doença era de Pará de Minas, sua família mora no bairro São Cristóvão e o corpo foi sepultado no Cemitério Santo Antônio com urna lacrada. O velório foi por pouco tempo em local aberto onde familiares e amigos usaram máscara e higienizaram as mãos com álcool.
E mais um caso suspeito de varíola dos macacos está sendo investigado em Pará de Minas. O Secretário Municipal de Saúde, Wagner Magesty dá informações sobre o caso suspeito, fala sobre a conduta da pasta e orienta a população sobre o que fazer diante do surgimento de erupções na pele:


A varíola dos macacos é uma doença causada pela infecção com o vírus Monkeypox, que causa sintomas semelhantes aos da varíola. Ela começa com febre, dor de cabeça, dores musculares, exaustão e inchaço dos linfonodos. Uma erupção geralmente se desenvolve de um a três dias após o início da febre, aparecendo pela primeira vez no rosto e se espalhando para outras partes do corpo, incluindo mãos e pés.
Em alguns casos, pode ser fatal, embora seja tipicamente mais suave do que a varíola. A doença é transmitida para pessoas por vários animais selvagens, como roedores e primatas, mas também pode ser transmitida entre pessoas após contato direto ou indireto.
O ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, anunciou na segunda-feira, 1º de agosto, pelo Twitter, que o Brasil receberá, por intermédio da Organização Pan-Americana da Saúde (Opas), o antiviral Tecovirimat para “reforçar o enfrentamento ao surto” de varíola dos macacos.